Equilena SA


Fundada: 1989 | Sede: Leiria | Área: Comércio

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Mario Esperança

Com apoio de Filipa Esperança


Nível de Heroísmo 3.6667

Impacto Social

Capacidade Inspiracional 3.6667

Objectivo: Sermos a melhor empresa de baterias em Portugal

01

Antes do salto

A empresa trabalhava como distribuidora de baterias da marca Tudor, sediada em Leiria, e o seu mercado era esse distrito. Actuámos dessa forma durante dez anos. Em 1994 resolvemos importar uma marca estrangeira, em vez de usar a do fornecedor local. Conseguimos alargar a nossa intervenção ao comercializar essa marca, registando-a como marca própria, a Esa Baterias. Passou a ser responsável por 80 por cento da nossa facturação. Divide-se em dois produtos, um para automóveis e outro para veículos eléctricos e industriais.

02

O que motivou o salto

O que levou à mudança foi a oportunidade, e a necessidade de não estarmos dependentes de um só fornecedor. Isso limitava o nosso crescimento. Queríamos crescer para outras zonas do país. Estávamos limitados, e a nossa estratégia chocava com a do nosso fornecedor. Um fornecedor estrangeiro permitir-nos-ia chegar a todo o mercado nacional e internacional. E queríamos, também, ter uma marca própria, o que colidia com os objectivos da Tudor.

03

Dar ou não o salto

Houve discussão e foram ponderados os riscos. A Tudor detinha 70 por cento a 80 por cento do mercado. Ao deixá-la estávamos a ser alvo de um processo complicado. Mas tínhamos consciência disso e foi uma decisão unânime. Havia uma oportunidade de negócio que víamos com boas perspectivas. Foi uma decisão consciente, mas foi fruto de um debate.

04

O salto

Foi um passo difícil, sujeito a contrariedades, mas o objectivo era comum a toda a empresa e foi explicado aos colaboradores. A existência de uma marca própria deu-nos uma imagem de qualidade e de prestação de serviço aos clientes.

05

Os resultados do salto

De 1993 até hoje mantivemos a marca e desenvolvemo-la. Muitos clientes já a conhecem e procuram. Em 1993, 95 por cento dos nossos clientes eram do sector automóvel. Hoje, mais de 50 por cento estão no sector industrial. Fizemos ajustamentos estratégicos, para perceber onde é que o nosso negócio tinha mais oportunidades. De 2010 a 2016, duplicámos a nossa facturação. A mudança teve um impacto nos clientes, nos fornecedores e nos colaboradores, bem como na sociedade. O nosso objectivo é servir os clientes, criar uma relação de parceria com eles. Duplicámos o número de colaboradores, e queremos criar condições para que se sintam bem. Em termos de carreira profissional, Mário Esperança focou-se especificamente na empresa. A Equilena vai fazer parte da evolução do mercado do armazenamento de energia, satisfazendo as necessidades dos clientes. O armazenamento está cada vez mais em cima da mesa, e há um mercado internacional a explorar.

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O salto

Foi um passo difícil, sujeito a contrariedades, mas o objectivo era comum a toda a empresa e foi explicado aos colaboradores. A existência de uma marca própria deu-nos uma imagem de qualidade e de prestação de serviço aos clientes.

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Os resultados do salto

De 1993 até hoje mantivemos a marca e desenvolvemo-la. Muitos clientes já a conhecem e procuram. Em 1993, 95 por cento dos nossos clientes eram do sector automóvel. Hoje, mais de 50 por cento estão no sector industrial. Fizemos ajustamentos estratégicos, para perceber onde é que o nosso negócio tinha mais oportunidades. De 2010 a 2016, duplicámos a nossa facturação. A mudança teve um impacto nos clientes, nos fornecedores e nos colaboradores, bem como na sociedade. O nosso objectivo é servir os clientes, criar uma relação de parceria com eles. Duplicámos o número de colaboradores, e queremos criar condições para que se sintam bem. Em termos de carreira profissional, Mário Esperança focou-se especificamente na empresa. A Equilena vai fazer parte da evolução do mercado do armazenamento de energia, satisfazendo as necessidades dos clientes. O armazenamento está cada vez mais em cima da mesa, e há um mercado internacional a explorar.