FAGIR


Fundada: 1970 | Sede: Embra – Marinha Grande | Área: Comércio

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Francisco Grosso


Nível de Heroísmo 3.625

Impacto Social

Capacidade Inspiracional 3.25

Era um desafio, mas conseguimos: tornámo-nos a empresa mais organizada do nosso setor.

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Antes do salto

Sempre fomos uma empresa familiar. O meu avô, António Grosso, comprou a FAGIR nos anos 80, que estava numa situação financeira frágil. O meu pai, Paulo Grosso, integrou os quadros nessa altura (ainda hoje se mantém), tal como o marido da irmã do meu pai. A nova estrutura conseguiu “fintar” a crise e prosperar, até ao dia em que o meu tio “bateu com a porta” e abriu uma empresa concorrente. Levou-nos dados de clientes e fornecedores e, pior ainda, metade dos colaboradores. Esta situação voltar a deixar a FAGIR fragilizada durante alguns anos, mas a empresa do meu tio acabou por declarar insolvência e, a partir daí, conseguimos voltar a crescer. Em 2011, com a entrada do meu irmão, João Grosso, a empresa deu o salto tecnológico de que necessitava. Atualizaram-se e modernizaram-se métodos de faturação, logísticos, de compras, de recursos humanos… o que foi fundamental para a consolidação.

02

O que motivou o salto

Ainda em 2011, com a crise mundial, a estratégia da empresa viu-se comprometida por assuntos imediatos e operacionais que tinham de ser resolvidos o mais rapidamente possível sob pena de prejudicar a organização. A conjuntura económica ditava uma urgência atípica, uma viragem brusca na sua estratégia para quem já tinha 30 anos de experiência no mercado. Apesar de difícil, havia que pensar no futuro, começando por resolver os problemas do presente. Como empresa financeiramente autónoma, apostou-se na solidificação da nossa posição. Sabíamos que a onda da crise iria levar muitas empresas, clientes, fornecedores e concorrentes. Ora, com isto em mente, imperava um novo caminho estratégico que tinha de passar pela inovação. Hoje podemos afirmar que estamos na linha da frente em relação às empresas do nosso ramo de atividade.

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Dar ou não o salto

A vantagem de sermos autónomos, de não devermos nada à banca, torna-se por vezes uma desvantagem quando se fala de investimento. Ou somos precavidos e juntamos uma almofada financeira para imprevistos, ou corremos o risco de não nos conseguirmos reinventar, para além de termos de acompanhar as tendências tecnológicas que se impõem, de forma cada vez mais rápida e inteligente. Felizmente, na FAGIR fomos sempre capazes de pensar no dia de amanhã, ao nível estratégico e, por consequência, ao nível operacional. Foram muitas as noites de discussão, com reuniões sem resultados práticos. Muitas opções pareciam estar desadequadas à nossa realidade. Mas tínhamos de decidir o caminho pelo qual enveredar. No fundo, foi como comprar um carro: temos sempre muitas opções de escolha, desde o mais rápido, o mais económico ao mais confortável ou robusto, do mais duradouro ao que está na moda, do mais seguro ao mais desportivo. A nossa opção recaiu na mais económica, robusta e segura.

04

O salto

Sabendo que tínhamos de abdicar de uma parcela significativa do nosso orçamento, avançámos em uníssono e com a certeza de que iria dar frutos… e muitas dores de cabeça. Estávamos preparados para tudo. Para abdicarmos de muitas horas de sono. Para discutirmos todas as questões ao pormenor. Com a viragem de 2013 para 2014, aquando da aplicação da maioria das mudanças, não havia espaço para erros. De segunda a domingo, todos os dias contavam para, juntos, conseguirmos estar à altura do enorme desafio: tornar a FAGIR a empresa mais organizada do setor. Conseguimos e vamos conseguindo por o trabalho é um contínuo. Fomos pioneiros na aplicação de um modelo organizacional no mercado: a hierarquização, os padrões de atuação do departamento comercial e os resultados obtidos, o reequacionamento financeiro dos métodos de trabalho, a própria decisão de reorganizar o modelo financeiro existente e todas as suas particularidades.

05

Os resultados do salto

Se nos perguntarem qual é a diferença entre a FAGIR de 2016 e a de 2011, a resposta não é clara pois as mudanças foram muitas. As dúvidas dos nossos colaboradores deixaram de existir quando perceberam que as peças do puzzle estavam a encaixar no timing certo. O melhor resultado foi o sorriso das pessoas. Das que connosco trabalham para tornar a FAGIR a marca das ferramentas. Os nossos colaboradores viram e sorriram com os resultados. Continuamos a trabalhar na evolução diária desta organização. Todos os dias os processos vão sendo atualizados: no software, na postura comercial, na qualidade do trabalho, na prospeção, nas análises… Somos uma PME na estrutura, mas uma grande empresa na visão.

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O salto

Sabendo que tínhamos de abdicar de uma parcela significativa do nosso orçamento, avançámos em uníssono e com a certeza de que iria dar frutos… e muitas dores de cabeça. Estávamos preparados para tudo. Para abdicarmos de muitas horas de sono. Para discutirmos todas as questões ao pormenor. Com a viragem de 2013 para 2014, aquando da aplicação da maioria das mudanças, não havia espaço para erros. De segunda a domingo, todos os dias contavam para, juntos, conseguirmos estar à altura do enorme desafio: tornar a FAGIR a empresa mais organizada do setor. Conseguimos e vamos conseguindo por o trabalho é um contínuo. Fomos pioneiros na aplicação de um modelo organizacional no mercado: a hierarquização, os padrões de atuação do departamento comercial e os resultados obtidos, o reequacionamento financeiro dos métodos de trabalho, a própria decisão de reorganizar o modelo financeiro existente e todas as suas particularidades.

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Os resultados do salto

Se nos perguntarem qual é a diferença entre a FAGIR de 2016 e a de 2011, a resposta não é clara pois as mudanças foram muitas. As dúvidas dos nossos colaboradores deixaram de existir quando perceberam que as peças do puzzle estavam a encaixar no timing certo. O melhor resultado foi o sorriso das pessoas. Das que connosco trabalham para tornar a FAGIR a marca das ferramentas. Os nossos colaboradores viram e sorriram com os resultados. Continuamos a trabalhar na evolução diária desta organização. Todos os dias os processos vão sendo atualizados: no software, na postura comercial, na qualidade do trabalho, na prospeção, nas análises… Somos uma PME na estrutura, mas uma grande empresa na visão.