Grupo Lusoverniz


Fundada: 1998 | Sede: Paredes-Porto | Área: Indústria

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António josé Gomes Ferraz

Com apoio de Miguel Monteiro e Christophe Smits


Nível de Heroísmo 4.8514

Impacto Social

Capacidade Inspiracional 4.8851

Há 18 anos que vimos construindo alicerces de perpetuidade. 100% fiáveis!

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Antes do salto

Desde pequeno que alimentei o sonho de ter uma empresa. Terminado o curso de Eng. Química, o primeiro emprego foi direção de produção em fábrica de móveis depois como investigador em vernizes, atividade que exerci até 1992. Criei a primeira firma ainda em 91, dei início de atividade mas fechei, dado que sócios Catalães me abordaram para constituirmos sociedade que teve início em 92. Em 98 vendia 3M €. Saí e criei o G.Lusoverniz. Porque gosto de trabalhar em equipa, convidei dois colaboradores da anterior empresa e reparti uma parte da atual  com eles. Desafios: Com poucos anos de experiência, alguma formação, um sonho, crença, muita vontade e pouco capital, criar uma empresa num mercado saturado, repleto da nata dos produtores nacionais e internacionais. Enfrentar  maiores riscos e auferir menos, sacrificando níveis de conforto a que me habituara.  Criar um negócio musculado, seguro, competente e capaz de projectar o seu crescimento de forma sustentável em Portugal e no mundo.

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O que motivou o salto

Na anterior empresa criei uma equipa que visava implementar o mesmo modelo e acultura que hoje serve o G Lusoverniz.

Os meus sócios de então, catalães, violaram valores e princípios que defendo e que considero pilares fundamentais da construção do modelo empresarial que defendo e por isso saí e criei o G. Lusoverniz. A oportunidade imperdível era a de poder criar uma empresa onde pudesse implementar esse modelo, que sempre acreditei poder ter sucesso.  Um modelo que praticamos hoje, que assenta na criação de valor económico dando a devida importância ao social e de desenvolvimento com contínua aquisição de conhecimento útil. Um modelo que assenta em pessoas dinâmicas, competentes, responsáveis e empenhadas, dispostas a apreender e a ensinar, imbuídas da crença de que essa partilha constante de saberes lhes permite conceber e vender de forma diferenciada, produtos costumizados a clientes exigentes que valorizam inovação a proximidade e a parceria. Uma empresa segura e de confiança.

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Dar ou não o salto

O processo de decisão, foi solitário e calmo, envolveu muita crença e o desenvolvimento de uma estratégia seguida de um plano de ações executado em três anos entre as quais a escolha criteriosa de produtos, locais de armazenagem e fabrico e fornecedores, bem como a minha formação em gestão. Foi também considerado um plano B que envolvia a criação de uma sociedade com um produtor Português de tintas. Licenciei-me à noite, durante 2 anos, aproveitando o facto da formação anterior me ter dado varias equivalências. Nesta nova formação que implicou muito sacrifício, foi muito interessante perceber como é gratificante aprender de novo. Fazê-lo, aplicando de imediato as competências, ensina-nos a desaprender sobre o que está menos bem e a fazer de forma distinta e mais eficaz. Esta é uma dinâmica crucial na habilidade de empreender e ajuda muito o processo de inovação. Desaprender e aprender de novo aguça a criatividade e melhora a sabedoria das decisões tornando-nos mais eficazes. 

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O salto

O salto implicou adrenalina e sacrifício, mas as competências transversais que possuía e a carteira de clientes que havia feito nos 12 anos anteriores facilitaram muito o início. O convite às duas pessoas que me acompanharam, hoje meus sócios, não tinha sido planeada, mas a necessidade de crescimento rápido muito previsível, criou a oportunidade para os incluir. A confiança neles e o gosto por trabalhar em equipa levou-me a desafia-los para virem comigo, a ceder-lhes capital e a oferecer-lhes o goodwill. O stress maior deveu-se à constatação de que alguns clientes que julgava "fiéis", afinal não o serem. Aprendi assim, que não há clientes fiéis, há clientes satisfeitos dispostos a trocar o fornecedor do produto desde que os seus níveis de conforto não pareçam ser minimamente beliscados. Uma empresa nova tem sempre esse ónus, por muito reconhecidos que sejam os seus profissionais, enquanto não demonstrar as suas capacidades, e tal requer tempo, não consegue transmitir a confiança.

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Os resultados do salto

Somos PME Líder desde o início da sua criação. Facturamos 5M com 45 pessoas 18 das quais c/ curso superior O G Lusoverniz melhorou a forma como o mercado olhava para as empresas Portuguesas do setor dos vernizes. Somos respeitados e admirados pelos clientes e fornecedores. A nossa formação é contínua e entendida como indispensável pelas nossas pessoas. Certificação, práticas lean, formação em pensamento crítico, business intelligence e digitalização da empresa são preocupações diárias de melhoria. Ganhamos  vários Prémio Mobis e Fomos nomeados no ano passado pela human resources Portugal na categoria de PME socialmente responsável.   Somos uma empresa destacada em Portugal, tendo já alguma visibilidade no mercado internacional Nas comunidades em que a empresa está inserida somos bem aceites, admirados e percebidos como inovadores, dinâmicos e respeitadores das pessoas e da envolvente. Os nossos stakeholders reconhecem que somos um parceiro empenhado, responsável, seguro e fiável.

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O salto

O salto implicou adrenalina e sacrifício, mas as competências transversais que possuía e a carteira de clientes que havia feito nos 12 anos anteriores facilitaram muito o início. O convite às duas pessoas que me acompanharam, hoje meus sócios, não tinha sido planeada, mas a necessidade de crescimento rápido muito previsível, criou a oportunidade para os incluir. A confiança neles e o gosto por trabalhar em equipa levou-me a desafia-los para virem comigo, a ceder-lhes capital e a oferecer-lhes o goodwill. O stress maior deveu-se à constatação de que alguns clientes que julgava "fiéis", afinal não o serem. Aprendi assim, que não há clientes fiéis, há clientes satisfeitos dispostos a trocar o fornecedor do produto desde que os seus níveis de conforto não pareçam ser minimamente beliscados. Uma empresa nova tem sempre esse ónus, por muito reconhecidos que sejam os seus profissionais, enquanto não demonstrar as suas capacidades, e tal requer tempo, não consegue transmitir a confiança.

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Os resultados do salto

Somos PME Líder desde o início da sua criação. Facturamos 5M com 45 pessoas 18 das quais c/ curso superior O G Lusoverniz melhorou a forma como o mercado olhava para as empresas Portuguesas do setor dos vernizes. Somos respeitados e admirados pelos clientes e fornecedores. A nossa formação é contínua e entendida como indispensável pelas nossas pessoas. Certificação, práticas lean, formação em pensamento crítico, business intelligence e digitalização da empresa são preocupações diárias de melhoria. Ganhamos  vários Prémio Mobis e Fomos nomeados no ano passado pela human resources Portugal na categoria de PME socialmente responsável.   Somos uma empresa destacada em Portugal, tendo já alguma visibilidade no mercado internacional Nas comunidades em que a empresa está inserida somos bem aceites, admirados e percebidos como inovadores, dinâmicos e respeitadores das pessoas e da envolvente. Os nossos stakeholders reconhecem que somos um parceiro empenhado, responsável, seguro e fiável.