Klasszik


Fundada: 2012 | Sede: Sintra | Área: Outros

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Alexandre Cardoso e Nelson Sousa


Nível de Heroísmo 5

Impacto Social

Capacidade Inspiracional 5

Pontuação Apurada: 10

Acreditar no que podemos mudar



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Antes do salto

A Klasszik nasceu, há mais de 10 anos, pela mão de Nelson Sousa, como uma pequena produtora de música e vídeo na Suiça, para mercados Palops.

No âmbito dessa actividade, Nelson Sousa trabalhou com vários artistas tal como Anselmo Ralph, e acabou por se dedicar cada vez mais ao desenvolvimento da sua carreira. Quando em 2011 Anselmo Ralph ganhou uma projecção significativa em Portugal, Nelson Sousa acompanhou-o. Ao mesmo tempo apareceram outros artistas nacionais que procuravam esse tipo de serviço, criando dessa forma uma nova linha de negocio. Nelson decidiu então criar a empresa em Portugal.

Em 2014, Alexandre Sousa, um gestor e quadro de empresa, apaixonado por música, descobre os Calema e não hesita em investir nestes jovens talentos. Alexandre é filho de portugueses mas vive em França. O seu trabalho de gestor e a sua voluntariedade, permite-lhe dedicar algum tempo à organização de festivais de música, para promover os talentos lusófonos fora de Portugal, e é dessa forma que conhece os Calema.

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O que motivou o salto

Através dum convite, Nelson Sousa e Alexandre Cardoso conhecem-se num concerto do Anselmo Ralph no Coliseu de Lisboa. Rapidamente as ideias se cruzam e os seus interesses os aproximam.

Como gestor, Alexandre Cardoso, ainda em França, avalia a Klasszik, tanto as suas fraquezas como as suas mais valias, e estabelece um diagnostico com a possibilidade de tornar aquele negócio rentável, aproveitando sinergias.

É nessa altura que começa a desenhar o plano de negócios, com os investimentos materiais e humanos.

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O salto

Com o plano de negócios concluído, e com a convicção de ser inovador, em 2016 Alexandre Cardoso decide mudar de vida, criar sociedade com Nelson Sousa na Klasszik e investir no negocio em Portugal. 

Juntos, decidem comprar um edifício preparado para estúdio de musica e vídeo, contratar colaboradores, para atingir os objetivos a curto e medio prazo, podendo assim passar de uma empresa de serviços para uma Label Leader. Foi necessário mudar o core business,  desenvolver mais sectores da marca, e angariar mais artistas.

Para além de produtora multimédia e incubadora de artistas, a empresa é agora também editora e organizadora de eventos. Hoje, tem uma forte influencia internacional no mercado digital, tem 10 colaboradores e ultrapassou, em 2018, a facturação prevista no Plano de Negócios, acabando o ano com 1.250.000€ de facturação.

 

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Os resultados do salto

Hoje a Klasszik orgulha-se de ser uma empresa em forte crescimento, com capacidade para levar os conteúdos da música lusófona para a Africa, o Brasil e para França. O cinema e a formação são os próximos passo projectado pelos 2 sócios, sempre disruptivos, e com uma forte componente no digital.

Mas a actividade destes empresários, em especial a de Alexandre Cardoso, não se fica pela música. Com 15 anos de experiência em gestão, este empresário preocupa-se com os seus parceiros e fornecedores a ponto de, muitas vezes, lhes dar apoio em consultoria e analisar a possibilidade de investir nos seus negócios. Segundo a sua visão, ele precisa que os seus parceiros e fornecedores estejam saudáveis para concretizar os seus próprios trabalhos na Klasszik. Nesse sentido, ficam todos a ganhar, ao desenvolver uma economia global, com a preocupação de ajudar outros empresários.

A sua ideia é criar uma holding, com um modelo económico baseado na autonomia financeira e no digital. Com os diferentes players do mercado, existe um interesse infinito em inovar na arte, ao serviço do entretenimento do publico de massa. A filosofia consiste em identificar o que trava o processo, criar um suporte para as empresas que necessitam de estabilidade,  e investir em vários negócios para que tenham um lugar, com a convicção que crescemos mais se formos juntos...

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Os resultados do salto

Hoje a Klasszik orgulha-se de ser uma empresa em forte crescimento, com capacidade para levar os conteúdos da música lusófona para a Africa, o Brasil e para França. O cinema e a formação são os próximos passo projectado pelos 2 sócios, sempre disruptivos, e com uma forte componente no digital.

Mas a actividade destes empresários, em especial a de Alexandre Cardoso, não se fica pela música. Com 15 anos de experiência em gestão, este empresário preocupa-se com os seus parceiros e fornecedores a ponto de, muitas vezes, lhes dar apoio em consultoria e analisar a possibilidade de investir nos seus negócios. Segundo a sua visão, ele precisa que os seus parceiros e fornecedores estejam saudáveis para concretizar os seus próprios trabalhos na Klasszik. Nesse sentido, ficam todos a ganhar, ao desenvolver uma economia global, com a preocupação de ajudar outros empresários.

A sua ideia é criar uma holding, com um modelo económico baseado na autonomia financeira e no digital. Com os diferentes players do mercado, existe um interesse infinito em inovar na arte, ao serviço do entretenimento do publico de massa. A filosofia consiste em identificar o que trava o processo, criar um suporte para as empresas que necessitam de estabilidade,  e investir em vários negócios para que tenham um lugar, com a convicção que crescemos mais se formos juntos...