Celebrando a excelência e resiliência empresarial em Portugal
“A literacia digital não pode ser um privilégio — tem de ser um direito. A ensinar o futuro, hoje.” Esta não é apenas uma frase. É uma tomada de posição.
"Foi em 2020, no epicentro de uma crise global que expôs fragilidades profundas no ensino tradicional, que nasceu a UBBU."
Num mundo onde o código dita oportunidades e a inteligência artificial redefine profissões, milhares de crianças continuam a atravessar o sistema educativo sem contacto real com ciência da computação. O risco é estrutural: exclusão digital numa economia que já não espera por ninguém. Não como mais uma ferramenta educativa, mas como uma resposta urgente a um sistema que não estava preparado para a revolução digital. O Dia 1 foi movido por uma convicção clara: qualquer professor, independentemente da sua formação técnica, deveria conseguir ensinar programação de forma simples, envolvente e eficaz.
O ceticismo não tardou. Democratizar o ensino da computação parecia ambicioso demais. Como garantir qualidade pedagógica sem exigir competências técnicas avançadas? A resposta esteve num modelo híbrido que combinou subscrições de escolas e municípios com parcerias estratégicas, permitindo sustentabilidade e acesso em contextos desafiantes. Provar o “product-market fit” significou entrar em escolas públicas, ouvir professores, ajustar conteúdos e medir impacto real. O salto de crescimento confirmou a visão: mais de 360 mil alunos e 3.660 professores impactados em mais de 20 países. Uma expansão internacional que não nasceu do acaso, mas de uma estratégia clara de escala e de uma plataforma gamificada capaz de transformar complexidade em descoberta.
“A literacia digital não pode ser um privilégio — tem de ser um direito. A ensinar o futuro, hoje.”
— João Magalhães, Diretor Geral (CEO)
Hoje, o projeto mais disruptivo da UBBU passa pelo reforço da Inteligência Artificial educativa: níveis infinitos criados por IA generativa e monitorização em tempo real que adapta o ritmo a cada aluno. Daqui a um ano, aprender código será tão natural como aprender a ler — personalizado, acessível e mensurável. Daqui a cinco anos, a ambição é inequívoca: consolidar presença global e redefinir o padrão do ensino digital com IA avançada e sugestões pedagógicas inteligentes, preparando jovens para liderar indústrias que ainda estão por nascer.
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