Celebrando a excelência e resiliência empresarial em Portugal
Elisabete Ferreira vê o pão como mais do que alimento: uma história e herança.
"A "faísca verde" foi a crença de que "o planeta é de todos", enraizada na infância."
Elisabete Ferreira sempre acreditou que o pão é mais do que um alimento: é uma história, uma herança. Esta visão ganhou vida em 1986, quando a sua família lançou a Pão de Gimonde em Trás-os-Montes. Ao longo dos anos, a Pão de Gimonde enfrentou o desafio ético de manter os seus valores num mercado muitas vezes cético. Elisabete, uma gestora de profissão e padeira por paixão, recusa-se a comprometer a integridade em prol da conveniência. "Portugal precisa de quem faz!", afirma, defendendo a importância da proximidade e das cadeias curtas.
A ousadia de Elisabete manifestou-se na forma de um diálogo profundo com a comunidade local. Em colaboração com universidades de renome, transformou a padaria num espaço de experimentação e inovação, incorporando metodologias científicas e nutricionais nos processos tradicionais de fermentação. Esta abordagem não apenas enriqueceu o valor nutricional do pão, mas também reforçou a ligação com o interior de Portugal. Este compromisso com a tradição e a inovação refletiu-se no desempenho da empresa. Em 2019, o volume de negócios da Pão de Gimonde cresceu significativamente, um testemunho do impacto e da resiliência da estratégia ESG de Elisabete.
"Portugal precisa de quem faz!", afirma, defendendo a importância da proximidade e das cadeias curtas.
— Elisabete Ferreira, Diretor Geral (CEO)
Olhando para o horizonte, Elisabete imagina a Pão de Gimonde como um pilar da economia circular na região. A sua mensagem é clara: "O mundo é de todos e juntos podemos fazer a diferença". Como uma verdadeira heroína PME, Elisabete Ferreira e a Pão de Gimonde continuam a moldar um legado sustentável, um pão de cada vez.
Produção