Celebrando a excelência e resiliência empresarial em Portugal
O despertar digital da Microcrete foi inevitável para um crescimento saudável.
"Quando crescer com processos manuais se revelou insustentável, a digitalização tornou-se uma condição."
Na jornada da Microcrete, a complexidade do negócio e a exigência do mercado exigiam uma transformação radical. Numa altura em que a pandemia desafiava a capacidade de operar remotamente, a Microcrete, com sede em Santa Maria da Feira, enfrentou a necessidade de adaptação com coragem e clareza de propósito. As barreiras eram significativas. A resistência inicial da equipa, a necessidade de aprender novas ferramentas e os custos de implementação foram desafios que exigiram liderança assertiva e paciência. No entanto, a Microcrete soube ver além das dificuldades.
A transformação digital não foi encarada como uma mera aquisição de tecnologia, mas como uma evolução cultural e comportamental. Com um lema poderoso — “A tecnologia só cria valor quando aproxima pessoas, acelera decisões e melhora a experiência do cliente” —, a empresa mapeou processos e introduziu ferramentas úteis como CRM, automações e inteligência artificial. Este movimento não só simplificou operações como também melhorou a tomada de decisões. A validação desta ousadia é traduzida em números claros: em 2024, a Microcrete atingiu um volume de negócios de 1,6 milhões de euros, com um EBITDA de 337 mil euros.
E, como ele próprio afirma, “Portugal precisa de quem faz!”.
— Sergio Vasconcelos, Diretor Geral (CEO)
Olhando para o horizonte de cinco anos, a Microcrete antevê uma operação ainda mais orientada por dados, com inteligência artificial integrada no apoio à decisão e uma relação com o cliente mais rápida, personalizada e previsível. A verdadeira transformação não está nas ferramentas, mas na mudança de comportamento e cultura.
Produção
Equipa
Detalhe